René La Tour du Pin defendia o «regime corporativo» como sendo a única ordem em condições de se adaptar às mudanças contemporâneas, não visando um retorno às corporações medievais, mas a formação de outras mais de acordo com os tempos actuais.
O Tradicionalismo defende a propriedade privada contra o socialismo e a propriedade colectiva contra o individualismo. A propriedade não deve ser exclusiva dos indivíduos nem do Estado, mas dos indivíduos e dos corpos sociais como tais e do Estado como tal, em proporções variáveis, conforme cada momento, o que contraria por um lado o capitalismo liberal que leva a economia às lutas dos egoísmos infra René La Tour du Pin defendia o «regime corporativo» como sendo a única ordem em condições de se adaptar às mudanças contemporâneashumanos e acaba em escravidão dos assalariados e, por outro, recusa a estatização dos meios de produção que pioram a situação, pois entregam os trabalhadores a um proprietário único e monopolista que é o Estado totalitário com plenos poderes, irresistíveis e exclusivos.
O Tradicionalismo propõe uma propriedade social e uma representação corporativa que tenha em conta os instrumentos forais capazes de eliminar para sempre o simples assalariado, apenas vendedor do seu trabalho e de votos eleitorais, sem raíz social efectiva.
Causa Tradicionalista
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René La Tour du Pin defendía el «régimen corporativo» como el único orden capaz de adaptarse a los cambios contemporáneos, sin pretender un retorno a las corporaciones medievales, sino la formación de otras más acordes con los tiempos actuales.
El tradicionalismo defiende la propiedad privada frente al socialismo y la propiedad colectiva frente al individualismo. La propiedad no debe ser exclusiva de los individuos ni del Estado, sino de los individuos y los cuerpos sociales como tales y del Estado como tal, en proporciones variables, según cada momento, lo que contradice, por un lado, el capitalismo liberal que lleva a la economía a las luchas de egoísmos infrahumanos y termina en la esclavitud de los asalariados y, por otro, rechaza la estatización de los medios de producción que empeoran la situación, ya que entrega a los trabajadores a un único propietario y monopolista que es el Estado totalitario con plenos poderes, irresistibles y exclusivos.
El tradicionalismo propone una propiedad social y una representación corporativa que tenga en cuenta los instrumentos forales capaces de eliminar para siempre al simple asalariado, mero vendedor de su trabajo y de votos electorales, sin raíces sociales efectivas.
Causa Tradicionalista
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