O tradicionalismo considera que o Rei não tem de intervir nas instituições sociais e deve limitar a sua acção, ao nível da condução do Estado.
Reconhece ao ser humano a posse de uma dignidade inviolável e de um destino transcendente. Tanto o seu ser como o seu fim são superiores ao de qualquer sociedade de ordem temporal, sendo o homem capaz de agrupar-se para poder realizar-se como pessoa. O Estado, como tal, deve estar ao serviço da pessoa humana e nunca o contrário.
Todas as instituições gremiais têm um fim próprio e específico, assim cada agrupamento humano pode determinar-se objectivamente, sem necessidade de recorrer a qualquer ideologia política.
Em consequência disso, toda a sociedade, por definição, está apta para alcançar por si mesma essa finalidade própria e objectiva – «as autonomias sociais» – e encaminhar-se livremente para o próprio fim específico.
Causa Tradicionalista
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