Reposição das coroas nas armas de Portugal (III)

gradecemos a vossa comunicação dirigida à Assembleia da República, bem como o contributo que nela prestam para a preservação do património histórico

Depois de enviadas várias comunicações, às respectivas câmaras municipais, ao instituto de gestão do património, ministério da cultura, foi da comissão da cultura da assembleia da República, que recebemos uma alentadoras resposta, através do Sr deputado Eduardo Arêde. Reproduzimos aqui o seu teor, informando que lhe foi remetida a nossa sugestão de imposição de réplicas, bem como as necessárias fotos.
«Exmos. Senhores
Associação As Quinas e Associação Causa Tradicionalista
 Muito agradecemos a vossa comunicação dirigida à Assembleia da República, bem como o contributo que nela prestam para a preservação do património histórico e simbólico nacional, designadamente no que respeita aos edifícios que identificam em Almada e Elvas.
No seguimento do pedido apresentado, e a fim de melhor enquadrar as providências que possam vir a ser consideradas, gostaria de colocar uma questão de natureza técnica, relacionada com a reposição das coroas nas Armas de Portugal.
Quando referem «[…] as providências necessárias para a reposição das Coroas nas Armas de Portugal […]», pretendem referir-se à reposição dos elementos originais, assumindo que estes ainda existam e possam estar guardados ou depositados (por exemplo, em serviços municipais, entidades eclesiásticas, arquivos ou coleções), ou entendem que a solução deverá passar pela criação de réplicas?
 Caso a vossa intenção seja a execução de réplicas, agradecia ainda que pudessem indicar se têm conhecimento da existência de desenhos originais, registos fotográficos ou documentação técnica (mesmo que parcial) que permita uma reposição historicamente fiel e devidamente fundamentada.
 Agradecemos, desde já, a vossa colaboração e ficamos ao dispor para quaisquer esclarecimentos adicionais.
 Com os melhores cumprimentos».
Causa Tradicionalista
***

Tras enviar varias comunicaciones a los respectivos ayuntamientos, al Instituto de gestión del patrimonio y al Ministerio de Cultura, fue la Comisión de Cultura de la Asamblea de la República la que nos dio una respuesta alentadora, a través del diputado Eduardo Arêde. Reproducimos aquí su contenido, informando de que se le ha remitido nuestra sugerencia de imponer réplicas, así como las fotos necesarias.

«Estimados señores

Asociación As Quinas y Asociación Causa Tradicionalista

Agradecemos enormemente su comunicación dirigida a la Asamblea de la República, así como la contribución que realizan con ella a la preservación del patrimonio histórico y simbólico nacional, en particular en lo que respecta a los edificios que identifican en Almada y Elvas.

A raíz de la solicitud presentada, y con el fin de enmarcar mejor las medidas que puedan considerarse, me gustaría plantear una cuestión de carácter técnico, relacionada con la reposición de las coronas en las armas de Portugal.

Cuando se refieren a «[…] las medidas necesarias para la reposición de las coronas en las armas de Portugal […]», ¿se refieren a la reposición de los elementos originales, suponiendo que estos aún existan y puedan estar guardados o depositados (por ejemplo, en servicios municipales, entidades eclesiásticas, archivos o colecciones), o consideran que la solución debe pasar por la creación de réplicas?

Si su intención es realizar réplicas, les agradeceríamos que nos indicaran si tienen conocimiento de la existencia de diseños originales, registros fotográficos o documentación técnica (aunque sea parcial) que permita una reproducción históricamente fiel y debidamente fundamentada.

Les agradecemos de antemano su colaboración y quedamos a su disposición para cualquier aclaración adicional.

Causa Tradicionalista

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