O teatro democrático

Em nenhum período da História o cidadão esteve mais desprovido de poder real do que na democracia moderna

«O que existe no puro decoro teatral das democracias são as minorias dirigentes que conquistam o Estado vago e aí ocupam os postos de comando, seja directamente, seja através de interpostas pessoas.
Ora, estas minorias que detêm as alavancas do Estado democrático, não podem agir senão procedendo como se a democracia existisse. Elas não podem governar os cidadãos senão enganando-os e persuadindo-os de que detêm todos os poderes quando, na verdade, estão privados do poder essencial de decisão e de direcção por eles detidos teoricamente e que determina todos os outros.
Em nenhum período da História o cidadão esteve mais desprovido de poder real do que na democracia moderna. E, entretanto, tudo se passa como se ele fosse real».
Marcel de Corte em Comunicação ao 2º Congresso do Ofício Internacional das Obras de Formação Cívica e de Acção Cultural segundo o Direito Natural e Cristão – Lausanne, 1965.
Causa Tradicionalista
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«Lo que existe en el puro decoro teatral de las democracias son las minorías dirigentes que conquistan el Estado vacío y ocupan allí los puestos de mando, ya sea directamente o a través de personas interpuestas.

Ahora bien, estas minorías que detentan las riendas del Estado democrático no pueden actuar sino como si la democracia existiera. No pueden gobernar a los ciudadanos sino engañándolos y persuadiéndolos de que detentan todos los poderes cuando, en realidad, están privados del poder esencial de decisión y dirección que teóricamente les corresponde y que determina todos los demás.

En ningún momento de la historia el ciudadano ha estado más desprovisto de poder real que en la democracia moderna. Y, sin embargo, todo sucede como si fuera real».

Marcel de Corte en Comunicación al II Congreso del Oficio Internacional de Obras de Formación Cívica y Acción Cultural según el Derecho Natural y Cristiano – Lausana, 1965.

Causa Tradicionalista

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