A Revolução Cultural é um «smog» que envenena a família…

«A tolerância, o pluralismo e a não-discriminação a que toda sociedade está a ser conduzida, já foram implantados pelos programas estatais dos mais variados ministérios, ou através de decisões proferidas pela corte Constitucional nas sentenças relacionadas com o livre desenvolvimento da nossa personalidade.

Perdida a dimensão moral do Estado, este converte-se num claro promotor da desordem.

É uma autêntica Revolução Cultural na qual o colégio onde os nossos filhos estudam, a empresa aonde trabalhamos, as nossas famílias, a mentalidade, a política, a religião, a moral, o direito, em síntese, todas as nossas vidas se deverão enquadrar nestes postulados «politicamente correctos». Pode dizer-se que «A Revolução Cultural é um «smog» que envenena a família… Sim, uma revolução que penetra como um «smog» em todos os ambientes, contaminando gradualmente leis e costumes, corroendo os princípios, eliminando as noções do bem e do mal e implantando uma nova moral ateia e relativista e que para além disso prepara o clima jurídico e publicitário para que se persigam todos aqueles que oferecerem alguma resistência.»

Trata-se de um programa de desconstrução dos resquícios da sociedade de inspiração cristã, para impor um modelo relativista no campo ideológico e amoral nas condutas: o seu fundamento doutrinário encontra-se numa peculiar interpretação dos direitos humanos, fazendo total abstração dos ensinamentos da Igreja e da índole cristã do nosso povo».

Retirado e adaptado de «O novo Direito, a nova ordem mundial e a revolução cultural» de Alejandro Ordoñez Maldonado.

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