«É a educação e não o poder do Estado que dita ao cidadão o que deve ou não fazer. Todo Estado construído sobre as comunidades naturais e sobre a educação que elas difundem, vê o poder reduzido à sua justa medida e este poder é poucas vezes sentido como uma força exterior aos cidadãos.
Pelo contrário, todo Estado sem sociedade é automaticamente um Estado coercitivo, policial, armado com um arsenal de leis e regulamentos com os quais se trata de dar um sentido às imprevisíveis e aberrantes condutas dos indivíduos. A sua tendência para o totalitarismo é proporcional ao enfraquecimento das comunidades naturais, à ruína dos costumes, ao desmoronamento da educação. O terrível Leviatã social que conhecemos, substitui as autoridades moderadoras que imprudentemente foram sendo eliminadas por uma Constituição ou uma legislação insensata».
Marcel de Corte em «La educacion política». Congresso de Lausanne II. Verbo, nº 59, págs. 643-644.
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«Es la educación y no el poder del Estado lo que dicta al ciudadano lo que debe o no debe hacer. Todo Estado construido sobre las comunidades naturales y sobre la educación que estas difunden ve su poder reducido a su justa medida, y este poder rara vez se percibe como una fuerza ajena a los ciudadanos.
Por el contrario, todo Estado sin sociedad es automáticamente un Estado coercitivo, policial, armado con un arsenal de leyes y reglamentos con los que se trata de dar sentido a las conductas imprevisibles y aberrantes de los individuos. Su tendencia al totalitarismo es proporcional al debilitamiento de las comunidades naturales, a la ruina de las costumbres, al desmoronamiento de la educación. El terrible Leviatán social que conocemos sustituye a las autoridades moderadoras que imprudentemente fueron eliminadas por una Constitución o una legislación insensata».
Marcel de Corte em «La educacion política». Congresso de Lausanne II. Verbo, nº 59, págs. 643-644.
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