No sistema liberal, os partidos ou seitas, mais ou menos fanáticos, desentendem-se, destroem-se e condenam-se uns aos outros para ver qual deles tira o maior proveito do sistema.
É uma panóplia de contradições de facto, direito, origem e desenvolvimento, de organização, lugar, tempo, nome e doutrina.
Por isso a Monarquia Tradicional Católica e a liberal são contrárias e opõem-se.
A monarquia pura moderada pela lei fundamental, desde sempre combatida ao mesmo tempo que a Igreja, mas apenas vencida a prazo, foi sempre igual a si própria em magnificência e solidez. Contrariamente o aborto liberal usurpou um símbolo indivisível e único a favor dos partidos liberalóides que se aborrecem reciprocamente e cujo lema é a divisão que os come e leva à ruína.
São um contra-senso estes liberais: num dia dizem-se monárquicos católicos; no dia seguinte desmentem-no com os seus actos, conspirando com a maçonaria contra a monarquia.
A seita (maçonaria) apresentou-se ao mundo como sociedade filantrópica e filosófica. Mas, logrados alguns triunfos, arrancou a máscara. Glorifica-se de todas as revoluções sociais que sacudiram a Europa e especialmente da francesa; de todas as […]
«Em Portugal hoje não se sabe redigir! Médicos terminam os seus cursos, terminam os seus cursos engenheiros. E sempre que careçam de praticar a expressão escrita, tanto em relatórios profissionais, como em trabalhos de maior […]
«Recordemos que o liberalismo é pecado. Porque como fruto do racionalismo, ou seja, do emprego da razão como único instrumento para tudo investigar, ele não reconhece uma revelação divina e sobrenatural. Daqui resulta a liberdade […]
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